::UM POUCO MAIS DE MIM::

AVRIL LAVIGNE - IM WITH YOU



Nome: NANDA CASSIA
Idade: 28
Cidade: Elo Perdido - tambem conhecido como Maua/SP
Coisas minhas: adoro chocolates, sorvete de lambada, olhos nos olhos, abraço apertado, beijo na boca, cinema, louca por Sushi, chuva e pipoca com sazon amarelo,sol e cerveja, bijus, açai na tigela com granola, sensivel, mas sem frescuras
Odeio: Pessoas que vivem como agua parada, criando lodo em baixo...
Filmes: Antes do Amanhecer - maravilhoso
Musicas: Varias... Depende do Momento


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Confesso que há coisas que eu gostaria de entender. Ao mesmo tempo eu acho que esse entendimento tiraria o brilho do desconhecido. Só que esse desconhecido não mais reluz, e sim ofusca tudo em minha volta. Por que algumas pessoas são tão complexas, tão difíceis de lidar. Talvez ter o manual de instruções de como agir com esse tipo de pessoa me ajudaria a ser uma melhor amiga.  Não. Não vou deixar me convencer de que eu sou a “vilã” dessa história. Nessa história ninguém é puro anjo ou demônio. São simplesmente formas de ver o mundo de maneiras diferentes. È muito mais fácil atacar, ser vitima, na minha opinião todos esses artifícios não passam de fuga. Fugir da dor, dos problemas, das atitudes que têm que ser tomadas, das responsabilidades, das verdades. È uma maneira de mentir pra si mesmo, para algumas pessoas isso é mais fácil. Eu encerro o meu ciclo aqui. Fecho a minha porta, e parto em busca de mim. Da minha felicidade, dos meus objetivos de vida, parto com a manga arregaçada,  com o peito aberto e coragem de pelo menos tentar. É uma pena. Mas eu já estou acostumada com lutas, desde o dia em que nasci. E te garanto ninguém nessa vida esta jogando com cartas marcadas, por isso às vezes ganhamos, às vezes perdemos.

"É, pode ser que a maré não vire

Pode ser do vento vir contra o cais

E se já não sinto os teus sinais

Pode ser da vida acostumar."

Dois Barcos - Los Hermanos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já acabaram. Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos; seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.

Encerrando um Ciclo - Paulo Coelho



Escrito por N@ND@ ?s 11h59
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# EU E ELE #

Ele é frágil, embora insista em passar uma imagem contraria. Ele é Doce. Pele branca, limpa, assim como tudo nele. Ele me olha com olhos de cuidado e eu tenho certeza que não é daquilo que eu preciso. Não tanto. Não agora. Eu o perturbo. Eu mexo com a sua passividade. Ele tenta evitar, mas é inútil. Ele questiona o porquê de certas atitudes minhas e as justifica com qualquer sorriso meu lançado em sua direção. Eu habito seus sonhos. Povôo sua mente. Sou a protagonista dos seus planos. Sou o motivo das suas noites mal dormidas, dos impulsos incontroláveis, das ligações do meio da noite ‘só pra saber como estão as coisas’. Sou futuro, certeza, mãos dadas, aliança e eternidade. Pra ele, eu sou “Nanda”. Poucos me chamam assim. Soa estranho em meus ouvidos. Mas é ele, sabe? Ele que me soa estranho, que me é, diria, diferente. Ele quer tudo de mim e isso me assusta. Ele é a sensação de uma bola de ferro em meus calcanhares, algemas me prendendo nos seus pulsos. A mediocridade batendo na minha janela, me espiando pelo olho mágico. A vida comum, o ser mais um.

Ele me promete amor com todas as letras e fonemas. Aquela coisa de princesa perfeita, sabe? Ele quer me amar como eu mereço. Quer afagar meus cabelos e me dar o ombro quando eu estiver com sono. Me dar a mão para atravessar a rua, puxar minha cadeira pra eu sentar. Quer me olhar nos olhos e se ver dentro deles. Quer me proteger dos possíveis perigos do mundo, me-livrar-de-todo-mal-amém. Soprar meus olhos quando eu esfregá-los e carregar minha vida dentro da sua bolsa verde.

É isso.

Não sei se quero tanto. Não sei se tanto me sufocaria. Não sei se esse tanto em outro corpo seria pouco.

Seria. Eu sei que seria.

E eu que fechei os olhos com força e desejei um amor de verdade, tive dúvidas. Pensei em encerrar minha eterna busca e me aquietar. Bordar meus lençóis e pendurar minhas noitadas no armário. Abafar meus desejos de traição e vestir a túnica da unilateralidade. Deixar de ser , para me tornar apenas Nanda. A doce e divertida Nanda dos seus sonhos.

Não.

Definitivamente, não.

De novo não.



Escrito por N@ND@ ?s 10h39
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Entre Mãe e Filha

Cenário:

Domingo, 23h00, tia Tê lendo em seu quarto, eu e amada filha no nosso nos preparando pra dormir. Li numa dessas revistas de beleza que passar hipoglós (aquela pomada de assaduras – muito usada em bebês) na área dos olhos é ótimo pra prevenir rugas e olheiras, pois essa pomadinha é rica em vitamina A e etc e tal. Estou eu lá rebocando todo contorno dos meus olhos com aquela pomadinha, depois de já ter passado muitas outras – eu tava a visão.

Quando de repente amada filha solta essa:

 

Carol - Mãe pra que serve isso?

Eu - Pra ruga.

Carol - aaaaahhhhhhhh!!!  eu também tenho olha aqui, olha mãe minha “RUNGA” (mostrando o cotovelo)

 Eu - Sua o que?

Carol – Minha “RUNGA”, você disse que esse creme é pra “RUNGA”, então passa em mim, passaaa manheeeeeee!!!

segurei o máximo que pude pra não rir, ao ver o “tantão de “RUNGAS” que minha filha tem no cotovelo.

Mas “surtada” que a filha só poderia ser a mãe.

Eu - Nooooosssssssaaaaaaaaaaa vamos passar pomada então, eu não sabia que vc tinha tanta “RUNGA” no cotovelo.

Reboquei todo o olhinho dela, igual ao meu.

Eu - Vai mostrar pra tia Tê suas “RUNGAS”.

Aí já não agüentava mais.... rolava na cama de tanto rir da minha bebê, que tem “RUNGAS” no cotovelo e passa pomada no olho pra tratar disso!

Carol – Tia Tê olha minhas “RUNGAS” (mostrando o cotovelo) minha mãe passou pomada (detalhe: no olho)

Tê – “RUNGAS”? no cotovelo? Afff - Tão parecendo duas palhaças.

 

É eu sei gente ...... é genético!!!

 

 



Escrito por N@ND@ ?s 14h19
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