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# TEXTO AMIGO # Parte 2 O amor também não é um jogo. Considerar um sentimento tão nobre como algo predisposto a machucar ou magoar é terrível. Em um jogo há vencedores e perdedores. Em algumas vezes os perdedores são derrotados até de maneira ilícita e até injustos. Só que os mais céticos que me perdoem, mas o ato de amar não tem injustiças. Nem vencedores ou perdedores. O que deveria existir é apenas a entrega, a preocupação de ver alguém feliz. E se o amor não for correspondido? Pode parecer babaca e utópico (e é), mas só o fato de você amar, de pensar, orar e se preocupar com outra pessoa deveria ser motivo de felicidade. Afinal, é prova que estamos vivos e com esperança de que nossas pequenas atitudes fazem diferença na vida dos outros. Mesmo quando o outro não deseja receber. O que é uma pena. Reduzir o amor a algo como o processo de “tentativa e erro” é maniqueísta. Se você não for correspondido por uma pessoa, isso não quer dizer que você errou. Ou que ela (ou ele) está certa de lhe dispensar. Acho que o mais salutar seria aproveitar tudo aquilo de bom que o caso pode lhe proporcionar. Exemplo: mesmo que você não ame uma pessoa, só de saber que existe outro ser decente e honesto no planeta que não pára de pensar em você 24 horas não deveria ser motivo de tormento e sim de satisfação. Enxergar qualidades no outro não é tarefas para muitos. Só para quem sabe amar. Ter diante de si uma pessoa dessas é como receber uma dádiva de Deus. É sinal que todas nossas benfeitorias na terra foram enxergadas por alguém. E quando achamos que o amor é uma tabela periódica? Precisa ocorrer atração, química...São idéias universais que nos são passadas por várias gerações. E acreditamos que isso vai acontecer com a gente. O entrave é reduzir tudo a apenas algumas partes da “tabela”. Explico: o sonho acalentado é que o encontro ocorra como se fosse um ácido e queime toda nossa amargura e decepção. O tempo passa, não volta e esquecemos das pessoas que consideramos como água: podem até nos fazer bem como amigos, mas ainda não há a química desejada e esperada. Esquecemos de um detalhe fundamental: a água tem composição química. Ou o hidrogênio e oxigênio viraram artefatos de supermercados? Assim como a água, a primeira vista aquela pessoa pode não lhe suscitar maiores suspiros. Ou não lhe corroer a amargura. Uma chance dada é suficiente para ver que aquela água pura e aparentemente sem sabor produz frutos a médio e longo prazo. E te serve para regar algo esquecido lá no fundo da alma: o amor puro e genuíno. Poxa, depois de todo esse monólogo, o pobre e incauto leitor deve pensar: por que diabos ele escreve tudo isso? A resposta é única: o autor dessas linhas mal escritas ama como nunca amou na vida. Para esclarecer: da pessoa em questão não tenho nada a reclamar. Ela é maravilhosa, uma pessoa exemplar, digna e de uma inteligência ímpar. Quem dera se ela quisesse ficar ao meu lado... Nome? Pouco importa. Poderia se chamar Mônica, Camila, Vanessa, Samanta, Evelise... o final seria o mesmo daqueles que vivi nos anos anteriores: frustração. Não porque amei errado e sim porque segui o caminho torto. Ao trilhar a rota dos clichês e do discurso da sociedade quebrei a cara. esqueci de amar de forma genuína, sem seguir padrões, discursos ou conselhos. Se no meu coração está dizendo que devo mandar flores, eu devo enviar e pronto. Se a destinatária não gostar, paciência. Ela que trate disso com seu coração. Os amigos também se preocupam e dão sugestões: “aquela é uma boa”, “não fica com essa”, “nem com aquela”.... Tais conselhos nunca são encaminhados de maneira a detonar com alguém. Pelo contrário. Se amamos e estamos com alguém o nosso desejo é vermos nossos amigos felizes. Uma pena esquecermos um detalhe fundamental: o ato de amar não estabelece padrão. Amar de maneira genuína e sem clichês requer estar preparado para vivermos aquilo que nos Deus nos reserva. E da parte dos amigos até aceitar caso a nossa opção seja a primeira vista não muito bem feita. Com o passar do tempo, o rancor e o preconceito saem de cena e todos chegam a mesma conclusão: amor dá suporte de enfrentarmos obstáculos e é combustível para alcançarmos vitória. Até quando estamos sozinhos e amando ao vento. De agora em diante, decidi que vou amar do meu jeito. Tosco, espalhafotoso? Pode ser. Com risco de tomar diversos foras? Com certeza! Mas a conseqüência será saudável: pelo menos eu saberei que estou vivo. E pronto para amar novamente. Sem restrições. Quanto a você, incauto leitor, tome uma singela atitude: diga “EU TE AMO” para quem merece. Vai fazer uma tremenda diferença. Acredite. By Elias Aredes Junior 17/07/06 Escrito por N@ND@ ?s 11h58 [] [envie esta mensagem] # TEXTO DE AMIGO #
Recebi esse texto de um amado-amigo num desses dias que a gente tem mil perguntas na cabeça e não encontra resposta pra nenhuma. Resolvi deixar registrado, porque quero que ele saíba que o ponto de partida desse texto “repartir idéias é como dividir sua alma como o semelhante” e “acrescentar algo na vida da pessoa” foi atingido em cheio em toda a sua plenitude. Quero que saiba que essa “água” era tudo que precisava saber pra encontrar algumas respostas das muitas perguntas que tenho. Vou ter que postar em duas partes porque é grande, mas a leitura vale muito a pena. Espero que leiam e que gostem. Ao meu amado-amigo-Elias, parabéns pelo lindo texto e obrigada por dividir sua alma comigo. EU QUERO AMAR. E VOCÊ ? Parte 1 Repartir idéias é como dividir sua alma com o semelhante. Espera-se que você acrescente algo na vida da pessoa querida ou de alguém ávido por conhecê-lo. Conceitos são transmitidos e não paramos para refletir sobre atos e condutas que tais pensamentos nos levam a fazer. Por isso, hoje resolvi quebrar meu jejum de textos e quero falar sobre algo tão intimo, necessário e primordial a raça humana e a cada dia mais escondido dentro de nossas mentes e corações: o amor. Calma, não falo do amor de telenovela, cujo sofrimento de 200 capítulos é recompensado pelo beijo no final da trama. Uma satisfação que dura no máximo 2 minutos. Quero falar é desse amor cotidiano, construído dia após dia e que nos move a melhorar como pessoas, profissionais, filhos ou até como pais. Tudo com um único objetivo: fazer outra pessoa feliz. Infelizmente, porém, o ato ou a atitude de amar está em desuso nos dias atuais. Termos são substituídos e são aceitos por uma parte dos cristãos. Podemos até não adotar tais procedimentos, mas consideramos normais. Isso é perigoso. Talvez porque de maneira inconsciente aderimos a uma sociedade marcada pela impessoalidade e frieza no trato (quem assistiu o filme “Crash - no limite” sabe do que falo). Com medo de sermos humilhados e passarmos como otários guardamos sentimentos e anos depois amargamos separações, frustrações... O problema, no entanto, não seja o ato em si que gera o ponto final na história, mas sim de uma conduta levada por anos (e aceita pela coletividade) que transforma em cubo de gelo algo que tinha tudo para ser completo e maravilhoso. Guardar o sentimento talvez não seja o pior, e sim aderir a linguagens que nos afastam do genuíno do ato de amar. Expressões aparentemente inocentes a primeira vista, mas que no final das contas nos fazem perder o foco e o sentido daquilo que é necessário. Antes que me perguntem eu digo: tais idéias toscas são proferidas até por este que vos escreve. Dizer por exemplo que estamos sozinhos porque “o mercado está ruim” é decepcionante. De repente, viramos mercadorias cuja nossa aceitação em relação ao semelhante depende da lei de oferta e procura. Por um momento não paramos para pensar que pessoas tem sentimentos: choram, dão risada, se divertem e são carentes. Necessitam não só de beijo ou de abraço, mas de um ombro para segurar a barra. Não um ombro amigo, mas de algo a mais... que te permite até ligar de madrugada para buscar socorro e chorar sem qualquer pudor de que isso é bom ou ruim. Escrito por N@ND@ ?s 11h52 [] [envie esta mensagem] Comecei a tentar organizar minha casa na sexta-feira, pra falar a verdade desde que mudamos á mais de 15 dias estou tentando fazer isso. Acordei num sábado cheio de sol, animadíssima pra ir sofrer um pouco no dentista, o carro deu “tchutche” aí o animo foi “pras cucuías” – não tem animo que sobreviva no ponto de ônibus esperando o Jd. Silvia. Cheguei em casa pra continuar a arrumação, só que agora com a ajuda da amada-amiga-Tê. Chicote estalando nas nossas costas até a noite. Pra compensar fiz um jantar especial no sábado, Yakissôba, foi minha primeira vez, e sabe como é, a primeira vez a gente nunca esquece, muita risada com a família Urso (brincadeira interna) minhas cobaias comeram e disseram que tava bom, papai urso comeu yakissôba com queijo-ralado. Ninguém merece!!! mas meu jantar, só saiu bom por minha amada-amiga-Tê me salvou – Valeu miga!, de sobremesa sorvete de lambada até doer. Dormir muitas horas pesadas. Despertei no domingo pra continuar a arrumação, almocei o strogonoff mais perfeito do mundo, que amada-amiga-fez, jiboiamos no final da tarde com o filme Cold Montain, que nem deu pra ver o final porque a pequena ursa chegou e é impróprio pra idade dela. Aí me lembro que a semana vai ser dura, que os trabalhos são muitos, que as aulas já voltam e eu PRECISO IR na facu, que há perguntas esperando respostas urgentes e que o mundo nem sempre é bão, sebastião. Mas vou sobrevivendo. PS: Gostaria de pedir desculpas a alguns amigos por ter que apagar alguns comentários, mas é que esse blog, como já disse inúmeras vezes, não tem a intenção de ser um diário virtual, por isso tem coisas que não precisam ser expostas. Mas uma vez obrigada pela preocupação, mas não vamos lavar roupa suja pela net! Desculpem, adoro vcs... Escrito por N@ND@ ?s 13h07 [] [envie esta mensagem] |